terça-feira, 25 de fevereiro de 2020

Depois daquela queda

Era dia 10 de janeiro de 2020. 

Como sempre fazemos, lá estávamos passando as férias de verão em Saquarema, no Rio de Janeiro. Após uma manhã curtindo a praia, naquele baita calor, era hora de preparar o almoço. Dá banho em criança, tira a comida que tem na geladeira, e, então, eu resolvo pedir para meu pai buscar uma "quentinha" em um restaurante para mim.

Lá foi ele, reclamando, mas prestativo com a bicicleta.

Não se passaram nem 5 minutos, quando gritaram no portão para avisar que ele havia caído e se machucado. 

Rapidamente, peguei a chave do carro e fui até a esquina da rua, onde o rapaz que o socorreu vinha trazendo-o pelo braço. Naquele momento, vi meu pai com o rosto um pouco ensangüentado, e me lembro bem da frase: "Olha, ele bateu a cabeça. Ficou tonto"

Fomos até o Posto Médico da cidade. Ali, ele recebeu os cuidados nos machucados, tomou pontos próximo à sobrancelha e recomendaram que voltasse para a troca dos curativos.
Além disso, foi prescrito Nebacetin para as feridas e injeção para evitar o Tétano por conta da corrente da bike, um pouco enferrujada.

Lanchamos e voltamos pra casa - aparentemente, estava tudo bem-  aparentemente!

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