Era dia 10 de janeiro de 2020.
Como sempre fazemos, lá estávamos passando as férias de verão em Saquarema, no Rio de Janeiro. Após uma manhã curtindo a praia, naquele baita calor, era hora de preparar o almoço. Dá banho em criança, tira a comida que tem na geladeira, e, então, eu resolvo pedir para meu pai buscar uma "quentinha" em um restaurante para mim.
Lá foi ele, reclamando, mas prestativo com a bicicleta.
Não se passaram nem 5 minutos, quando gritaram no portão para avisar que ele havia caído e se machucado.
Rapidamente, peguei a chave do carro e fui até a esquina da rua, onde o rapaz que o socorreu vinha trazendo-o pelo braço. Naquele momento, vi meu pai com o rosto um pouco ensangüentado, e me lembro bem da frase: "Olha, ele bateu a cabeça. Ficou tonto"
Fomos até o Posto Médico da cidade. Ali, ele recebeu os cuidados nos machucados, tomou pontos próximo à sobrancelha e recomendaram que voltasse para a troca dos curativos.
Além disso, foi prescrito Nebacetin para as feridas e injeção para evitar o Tétano por conta da corrente da bike, um pouco enferrujada.
Lanchamos e voltamos pra casa - aparentemente, estava tudo bem- aparentemente!

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